Palestras sobre AIE e Mormo
Palestras do I Treinamento
para Habilitação de Médicos Veterinários para Coleta e Envio de Material para
diagnóstico de AIE e Mormo, que aconteceu no CRMV-GO, dias 28 e 29 de junho.CLIQUE AQUI E ACESSE O MATERIAL.
Palestras do I Treinamento
para Habilitação de Médicos Veterinários para Coleta e Envio de Material para
diagnóstico de AIE e Mormo, que aconteceu no CRMV-GO, dias 28 e 29 de junho.CLIQUE AQUI E ACESSE O MATERIAL.
O Centro de Pesquisas em Alimentos da Escola de Veterinária e
Zootecnia da UFG informa a realização do curso de Microbiologia
Aplicada a Alimentos de Origem Animal – Módulo II, de 6 a 10 de agosto. O curso acontece no Centro de Pesquisa em Alimentos –
CPA/EVZ/UFG, em Goiânia-GO.
Clique aqui e saiba sobre a programação, valores e contatos.
O CRMV-GO e o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento
(Mapa) promoveram reunião hoje, dia 28 de junho no CRMV-GO, para discutir um
projeto de capacitação de profissionais envolvidos na fabricação de produtos de
origem animal. O “Projeto Conscientização
e Capacitação – Aspectos Legais e a Importância das Boas Práticas de Fabricação
na área de Alimentação Natural” foi apresentado e discutido com representantes
do CRMV-GO, Mapa, Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB), Unimev, Pontifícia
Universidade Católica de Goiás (PUC-GO), Uni-Anhanguera, Universidade Federal
de Goiás (UFG) e Faculdades Objetivo. A ideia é implementar ações que concorram
para a conscientização de profissionais na obtenção de alimentos humanos de
origem animal mais seguros e de qualidade, uma demanda mundial.
Uma das não conformidades mais recorrentes e detectadas
durante as fiscalizações do Mapa referem-se às Boas Práticas de Fabricação.
Neste contexto, o projeto pretende formar um grupo de trabalho com instituições
de ensino para disseminar conhecimento e informações em busca de ações capazes
de promover a sensibilização de representantes legais pelos estabelecimentos e
produtores rurais para a responsabilidade de cada um como parte da cadeia, bom
como a promoção de cursos de capacitação acessíveis aos responsáveis técnicos
(RTs) e profissionais da área, não somente para cumprimento da exigência legal.
No Núcleo de Insumos e Serviços Pecuários em Goiás (NFIP/SISA-GO),
ligado ao Mapa, existem mais de 300 estabelecimentos na área de alimentação
animal registrados, a maioria com Médicos Veterinários e Zootecnistas atuando como RTs.
O 15° Congresso da Sociedade Brasileira de Ciência em Animais
de Laboratório (SBCAL), realizado em Goiânia entre 16 e 19 de junho, reuniu
cerca de 500 profissionais da Medicina Veterinária, Zootecnia, Biólogos e
outros profissionais, além de estudantes. O evento foi realizado no Centro de
Eventos da Universidade Federal de Goiás (UFG) e contou com o apoio do CRMV-GO.
A programação foi ampla e discutiu temas importantes que tratam do ensino,
pesquisa e testes em animais de laboratório em todo o mundo. O congresso da
SBCAL foi realizado juntamente com a Reunião Anual do International Council on
Laboratory Animal Science e o 4° Encontro Latino-Americano de Ciência em Animais
de Laboratório. Os maiores especialistas da área estiveram em Goiânia e
trocaram importantes informações com os congressistas.
Para a médica veterinária Ekaterina Akimovna Botovchenco
Rivera, presidente do congresso e também da Comissão de Bem-estar Animal do
CRMV-GO, a área é carentes de profissionais qualificados mesmo depois de 10
anos da Lei Arouca, que rege a experimentação animal e que exige a presença de
profissionais capacitados para exercerem a função de responsáveis técnicos
(RTs) nesses locais, daí a importância da realização de eventos como o
congresso para estimular os profissionais que desejam atuar no segmento. Para
mais detalhes sobre o assunto, consulte o site da SBCAL www.sbcal.org.br. As fotos do evento estão em Galeria de Fotos.Clique aqui.
O Curso de
Treinamento para Habilitação de Médicos Veterinários para o Diagnóstico de
Brucelose, Tuberculose e noções sobre Encefalopatia Espongiforme Bovina acontece de 26 a 30 de novembro, na Escola de Veterinária e Zootecnia da UFG, em Goiânia-GO.Clique aqui e veja mais detalhes deste curso.
Com objetivo de contribuir para a melhoria contínua da Educação Médico Veterinária no Brasil, estimular a cultura de auto-avaliação institucional e orientar a sociedade quanto à qualidade dos cursos, o Conselho Federal de Medicina Veterinária (CFMV) desenvolveu o projeto de Acreditação dos Cursos de Medicina Veterinária.A proposta é um sistema de avaliação e certificação da qualidade dos cursos de graduação pelo país. Com isso, a instituição de ensino (IE) poderá obter um reconhecimento formal sobre a competência de seu programa de ensino em Medicina Veterinária. Para ter o certificado, a IE deve comprovar o desenvolvimento as tarefas de educação, treinamento e avaliação dos estudantes, segundo requisitos de excelência pré-estabelecidos.O projeto do CFMV entrará, agora, em uma segunda fase. O lançamento do edital do segundo ciclo de Acreditação dos Cursos de Medicina Veterinária acontecerá em 31 de julho, durante Fórum das Comissões Nacional e Regionais de Educação da Medicina Veterinária.Clique aqui e saiba mais.
Na última quarta-feira (06/06), durante a 2ª Câmara Nacional de Presidentes do Sistema CFMV/CRMVs, que acontece no Rio de Janeiro (RJ), os presidentes do Conselho Federal de Medicina Veterinária, dos 27 Conselhos Regionais de Medicina Veterinária, da Academia de Medicina do Rio de Janeiro e da Sociedade Brasileira de Higiene e Saúde Pública, assinaram a nota em defesa da qualidade do ensino da Medicina Veterinária e Zootecnia, com o objetivo de externar a preocupação com o ensino na modalidade a distância (EAD).Na nota o Sistema CFMV/CRMVs explica que, como órgão de orientação, fiscalização e regulamentação profissional, apoia e dá suporte à formação de excelência dos profissionais e, como instância de defesa dos interesses da sociedade nos assuntos relativos à Medicina Veterinária e Zootecnia, manifesta total desacordo com a homologação de cursos nesta modalidade (EAD), sob pena dos profissionais egressos não estarem devidamente preparados para a prática dessas profissões que lidam, de diversas formas, com a saúde pública.Clique aqui e saiba mais.
O 15°
Congresso da Sociedade Brasileira da Ciência em Animais de Laboratório (SBCAL)
e o Congresso International Council for Laboratory Animal Science serão realizados, de 16 e 19 de
junho, no Centro de Eventos da Universidade Federal de Goiás
(UFG), em Goiânia-GO. O
evento tem o apoio do Conselho Regional de Medicina Veterinária de Goiás
(CRMV-GO). Segundo a médica veterinária, professora
Dra. Ekaterina Akimovna Botovchenco Rivera, presidente do SBCAL e também
da Comissão de Bem-estar Animal do CRMV-GO, essa é
uma área carente de profissionais qualificados, mesmo com a Lei 11.794/08
(Lei Arouca, que completa 10 anos este ano), que rege a experimentação animal e que exige a presença
de profissionais capacitados para exercerem a função de responsáveis técnicos
(RTs) nesses locais.
Hoje, cerca de 60% dos
animais usados em pesquisa são ratos e camundongos e 22% são aves. Esses animais
são importantes fontes de estudo e pesquisas para o desenvolvimento de vacinas,
como a recente vacina contra a dengue lançada pela Fundação Oswaldo Cruz
(Fiocruz) e novas descobertas para a cura ou controle de doenças na medicina e
medicina veterinária.
Para Ekaterina, é preciso que
o médico veterinário ou zootecnista que trabalha na área de ciência de animais
de laboratório faça uso ético dos seres vivos usados em pesquisas, sempre
pesando os benefícios desse trabalho para a sociedade, evitando causar efeitos
adversos nos animais. A meta da Ciência de Animais de Laboratório é ajudar os
pesquisadores a realizar pesquisas biomédicas e agrárias sempre pensando no
bem-estar dos animais e na obtenção de dados científicos confiáveis, o que se
traduz em uma melhor qualidade de vida para os homens e os animais.
As diretrizes para o uso de
animais de laboratório são norteadas pelo Conselho Nacional de Controle de
Experimentação Animal (CONCEA) e todos os projetos que envolvem animais
precisam ser aprovados por uma comissão de ética no uso de animais. Deve-se
constar nesses projetos informações sobre médico veterinário responsável
técnico devidamente registrado no CRMV.
O profissional que deseja
atuar com animais de laboratório deve conhecer a biologia e a etologia da
espécie animal com a qual ele vai trabalhar para evitar o manejo inadequado que
pode gerar maus tratos por falta de informação. Sabe-se que o conhecimento
obtido apenas na graduação em Medicina Veterinária ou Zootecnia não é
suficiente para atuar com determinadas espécies, que possuem necessidades
específicas.
Camundongos, por exemplo, são
diferentes de ratos, de hamsters e de outros roedores. Portanto, conhecer a
fundo a biologia do animal significa aproveitar melhor todos os dados que a pesquisa
pode oferecer e garantir o bem-estar dos animais. Atualmente é possível fazer
pesquisa sem causar dor e sofrimento aos animais, pois todos os projetos seguem
rigorosos princípios éticos que regem o uso de animais em pesquisa, ensino e
testes, como explicou a presidente da Comissão de Bem-estar Animal do CRMV-GO.
A programação do
evento procurou contemplar o maior número de áreas nas quais animais são
utilizados em pesquisa, ensino e testes como: responsável técnico em biotérios,
patologia de animais usados em pesquisa, leis e animais, bem-estar na
experimentação com animais de produção, dor e sofrimento de animais em pesquisa
e alternativas ao uso de animais. Foram convidados palestrantes nacionais e
internacionais de renome que trabalham nas mais diversas áreas, como Pat
Turner, presidente da Associação Mundial de Veterinária, Kathryn Bayne,
diretora do Serviço de Acreditação Internacional (AAALAC) e Bryan Howard,
ganhador dos maiores prêmios na área da Ciência de Animais de Laboratório. Veja
mais informações sobre este evento em www.sbcal2018.com.br.
O tema central do congresso
será: Um continente em busca de uma melhor ciência – uma visão
transdisciplinar.
O Brasil recebeu nesta quinta-feira (24), em Paris, durante a 86ª reunião da Organização Mundial de Saúde Animal (OIE) o certificado com status de País livre da febre aftosa com vacinação. A conquista foi comemorada pelo presidente do Conselho Federal de Medicina Veterinária (CFMV), Francisco Cavalcanti de Almeida, e pelos médicos veterinários e zootecnistas.”É um reconhecimento à contribuição do médico veterinário à sanidade. Uma certidão mundial. Certamente, abrirá novos mercados para exportação da carne brasileira. São 50 anos de trabalho da Medicina Veterinária e produtores brasileiros”, declara Cavalcanti.Clique aqui e saiba mais sobre as comemoraçõesVeja mais notícias e as comemorações em Goiás.Vacinação em Goiás é prorrogada até 15 de junho, conforme determinação do Ministério da Agricultura. Clique aqui e saiba mais.
Com o objetivo de facilitar o acesso às informações, o Conselho Federal de Medicina Veterinária (CFMV) disponibiliza uma forma mais fácil e rápida para emissão de certidão negativa de débitos com o Sistema CFMV/CRMVs. Para isso, basta que empresas e profissionais registrados no Sistema preencham os espaços com número do CPF e data de nascimento. (Ascom/CFMV)Clique aqui e confira